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Câmara de Vereadores de Picada Café volta do recesso e presidente Franciele Simon Dielh fala da expectativa
Picada Café – Fevereiro inicia neste fim de semana e com ele a volta do recesso da Câmara de Vereadores. A primeira sessão do ano ocorre dia 3, terça-feira, às 20h. Essa será de posse da mesa diretoria composta pela presidente Franciele Simon Dielh, vice Marilei Wittmann e secretários Eloir Bauer e Jair Schaab. Mesa essa eleita no final de 2025. Franciele, vereadora de primeiro mandato, chega a presidência já no segundo ano e essa semana falou com O Diário da expectativa, do que espera e o que pretende colocar em prática no decorrer de 2026. Confira o bate papo e o que a vereadora espera de 2026.
O Diário: Quem é Franciele Simon Dielh?
Franciele: “Sou uma mulher simples, trabalhadora, esposa do Ederson e mãe da Amanda e do Bernardo, filha do Erly e irmã da Betina. Nasci e cresci em Picada Café e trabalho há muitos anos na Fenner Instalações, onde acabei criando laços e sendo conhecida por grande parte da comunidade. Fui criada com valores como respeito, honestidade e responsabilidade, e sempre vivi os desafios do dia a dia como qualquer cidadão. Entrei na vida pública acreditando que é possível fazer política com empatia, diálogo e compromisso com as pessoas. Como vereadora de primeiro mandato e, agora, presidente da Câmara, sigo com humildade, disposição para aprender e a consciência de que cada decisão precisa ter como foco o bem coletivo”.
O Diário: O que te fez buscar a presidência?
Franciele: “A presidência surgiu como um desafio e também como uma oportunidade de contribuir ainda mais com o Legislativo. Acredito muito no trabalho coletivo, na organização e no diálogo. Me senti preparada para assumir essa função e ajudar a conduzir a Câmara de forma equilibrada, transparente e próxima da comunidade”.
O Diário: Não tiveste o apoio de todos os vereadores. Isso muda alguma coisa daquilo que pensas?
Franciele: “Não muda em nada. A democracia é feita de opiniões diferentes, e isso é saudável. Respeito cada vereador e cada posição. Como presidente, meu compromisso é com a instituição Câmara de Vereadores e vou trabalhar da mesma forma com todos, independentemente de votos ou posicionamentos”.
O Diário: Como pretendes trabalhar para que haja unanimidade na Câmara?
Franciele: “Unanimidade nem sempre é possível, mas o respeito precisa ter. Pretendo trabalhar com diálogo constante, escuta, transparência e muito equilíbrio. Meu papel será sempre buscar consenso, mediar conversas e garantir que todos tenham espaço para se manifestar, sempre pensando no que é melhor para Picada Café”.
O Diário: Não entraste em nenhum embate político em 2025. Isso facilita em dialogar com todos os vereadores?
Franciele: “Acredito que sim. Sempre optei pelo respeito e pelo diálogo, mesmo quando houveram divergências. Isso ajuda a manter portas abertas e um ambiente mais saudável. Política não precisa ser feita com confronto, mas com maturidade e responsabilidade”.
O Diário: Cada presidente deixa um legado, do que fez no decorrer do ano. Já estás pensando em algum ato neste sentido?
Franciele: “Gostaria de deixar como legado uma Câmara ainda mais organizada, transparente e próxima da comunidade. Quero fortalecer o Legislativo, valorizar o papel do vereador na sociedade e aproximar a população das decisões que acontecem aqui dentro”.
O Diário: Como será o diálogo com o Poder Público?
Franciele: “Será um diálogo institucional, respeitoso e baseado na cooperação. Legislativo e Executivo têm papéis diferentes, mas com o mesmo objetivo: trabalhar pelo bem da população. Quando houver concordância, caminharemos juntos; quando houver divergências, elas serão tratadas com responsabilidade e respeito”.
O Diário: O que a comunidade de Picada Café pode esperar da Câmara de Vereadores em 2026?
Franciele: “A comunidade pode esperar uma Câmara presente, atuante e comprometida com as demandas da comunidade. Vamos continuar trabalhando com seriedade, transparência e diálogo, buscando sempre soluções que contribuam para o desenvolvimento do município e para a qualidade de vida das pessoas”.
