Em sua apresentação, a equipe jurídica de Bolsonaro, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, sustentou que o canal utiliza mecanismos para ampliar a difusão de conteúdos falsos e discursos de ódio nas redes sociais.
O grupo de mensagens, coordenado pelo deputado André Janones, conta com mais de três milhões de inscritos e tem como objetivo compartilhar áudios, vídeos e instruções com os simpatizantes de Lula.
Na sua decisão, Nunes Marques justificou a medida pelo uso de uma estrutura de difusão que alcança milhões de pessoas, sob um comando unificado, para replicar conteúdos que este Tribunal já reconheceu como inverídicos.