Em um vídeo gravado, o presidente denunciou um suposto lobby para restabelecer a atividade das apostas.
“Poucas pessoas querem que as apostas continuem. São, sobretudo, aquelas pessoas que querem continuar ganhando dinheiro à custa da violência e do sofrimento das pessoas pobres, que, com a perspectiva de ficarem ricas, apostam no que não possuem”, afirmou o chefe de Estado reeleito há 9 dias.
No decreto que anulava a atividade das apostas, Lula as definiu como um problema de saúde pública, referindo-se a um suposto surto de “ludopatia” do qual padeceria uma parte da população.
Enquanto o Supremo analisa a constitucionalidade do decreto, as apostas continuarão fora do mercado.
A resolução presidencial tem validade por 180 dias, prazo para que o Congresso a ratifique ou a derogue, e, se assim for, as apostas serão restabelecidas.