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Panela de Pressão

Neste ano teremos eleições municipais

E o quadro só vai se definir mais perto das eleições, lá por julho. Até lá muitas especulações. Um que parecia estar fora da parada depois de alguns deslizes mais por causa do temperamento, afeito demais as redes sociais, que são comprovadamente danosas se não forem usadas adequadamente. Cada exposição demasiada ou uma palavra mal colocada no impulso, logo provoca um estrago muito grande. Muita gente conhecida acabou mal na foto por causa das redes sociais. E o vice Beto é comprovadamente um baita secretário de Obras. Só usa muito e mal as redes sociais. Para um político a rede social é um veneno igual ao de uma cascavel. A propósito, onde estão os filhos do presidente Bolsonaro? Andam sumidos. Alguém deu um para de quieto e tiveram que sair de cena. No primeiro meio ano do mandato presidencial deitaram e rolaram, até que se calaram ou foram calados. Era um tiro no pé atrás do outro. Loucura total se expressar via rede social, que sempre deixa seus rastros e não tem volta. As pegadas ficam lá e se espalham como erva daninha. No entanto, como secretário, Beto se sai bem. Depois de sair do PTB, voltar de novo, sair mais uma vez e voltar de novo mais uma vez, Beto agora parece que está decidido em entrar no PMDB.

PORQUE?

Se Beto Schneider estava mesmo decidido em deixar o PTB, não tinha muita escolha. Entre escolher um partido nanico e um histórico e grande como o PMDB, preferiu a última escolha. Muito embora o PMDB tivesse se transformado nos últimos anos num partido que só tem nome e mais nada. Dirceu e Paulo saíram do PMDB. Aí alguém perguntará quem sobrou. Marli Heinle Gehm e quem mais. São poucos que sobraram no partido. Para concorrer a vereador pelo PMDB não é fácil. Marli vai se eleger como sempre. Entretanto, será que carrega consigo mais um? Porque agora tem que ter legenda para se eleger, o tal do coeficiente eleitoral. Se o PMDB eleger alguém vai ser Marli e talvez mais um e nada mais. Beto quer ser candidato a vice de alguém. Para vereador no PTB seria bem difícil. Mais fácil concorrer a vice de novo e, de preferência, vice de Martin. O próprio jura que não sabe se vai concorrer de novo, por causa de alguns problemas que vem enfrentando como prefeito de Ivoti. A burocracia emperra tudo acobertada pela alta burocracia. O prefeito fica no meio sem ter muito o que fazer. A fatia do orçamento que sobra para investir é pouca. A folha engole no mínimo 70% do orçamento. No papel não pode passar de 54%. Mais a máquina administrativa e não sobra nada para investir. Mesmo assim estão previstas belas obras para este ano.

MILHÕES

Falam que a Prefeitura tem um caixa robusto de alguns milhões para investir. Se for verdade, que bom. Neste caso vão aparecer um monte de candidatos a vice e um do PMDB não seria nada mal. Junta o PP e o PMDB. Entretanto, adianta muito um PP fragmentado por causa de rixas políticas? E um PMDB que se transformou num anão da política municipal, embora o nome. Na prática sobrevive mais no nome do que qualquer outra coisa.

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