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Coluna de Ivoti

Panela de Pressão – 11-03-2026

11/03/2026 - 00h30min

POLÊMICA
Tem um projeto de autoria do vereador Ivanir Mees que está provocando polêmica desde que foi feito. Primeiramente muitos vereadores não queriam aprovar o referido projeto de lei. A justificativa era de que aumentaria muito a despesa do município. O autor do projeto pensa o contrário. Ele trata do fornecimento de medicamentos para receitas fornecidas por médicos conveniados a planos de saúde. Até agora, são fornecidos medicamentos apenas a pessoas com cartão SUS de Ivoti cuja Receita é de médico do município.

AUMENTA OU DIMINUI?
Por exemplo, se a pessoa é de Ivoti e tem Cartão do Sus emitido em Ivoti, mas a Receita é de médico de Novo Hamburgo, por exemplo, não tem direito a receber medicamentos fornecidos pela Farmácia do Município. A não ser que vá num segundo médico, um daqui do município, para este então validar a Receita. Portanto, o paciente tem que consultar duas vezes. Mas se a Receita for dada por um médico do município, pode receber o medicamento.

EXEMPLO PRÁTICO
Aqui em Ivoti tem um médico cardiologista, que só atende particulares. Se ele dá uma receita, a pessoa, mesmo tendo cartão do SUS, não tem direito a remédio. A não ser que faça outra consulta com médico do Município, para este então validar a Receita. O autor do projeto quer simplificar a questão. Para ele, se tiver o Cartão do SUS de Ivoti, tem direito ao medicamento. Evita uma consulta. Por essa ótica, está correto o vereador. Evita burocracia, evita consultar duas vezes. Bem para o paciente e bom para o Município, que passará a conceder uma consulta a menos.

VETO
No entanto, a tendência é de que o prefeito vete o projeto do vereador com o argumento de que aumentará muito a despesa do Município. O vereador acha que não, que não muda nada, a não ser a diminuição do número de consultas. Eu jamais pensei que esta situação existia, do sujeito ter que consultar duas vezes por causa do remédio. Tem consulta demais aí. Tem os dois lados da moeda. Porque obrigar um paciente a duas consultas, se o remédio faz parte do rol dos que são fornecidos gratuitamente pela farmácia do município? O que diferencia um médico do Município de um que não é?

DR CARLOS KOPPER
Médico conhecido. Os seus pacientes a maioria são daqui. Se um remédio que ele preceitua e está no rol de medicamentos gratuitos da Farmácia Municipal, não é aceito. Só se um médico do município autoriza. Ou seja, a pessoa precisa fazer duas consultas. Estou curioso para ver o que o prefeito fará com este projeto. E depois, o que os vereadores farão na hora de apreciar o veto.

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