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Coluna de Ivoti

Panela de Pressão – 27-02-2026

27/02/2026 - 00h53min

Por Raul Petry

BELVEDERE
A obra paisagística de embelezamento do Belvedere, cuja vista dá no Núcleo de Casas de Enxaimel e todo o seu entorno, continua em obras.
Pergunta-se: mas se realmente as torres de transmissão de alta tensão projetadas para o Buraco do Diabo, ainda vale a pena continuar investimento no Belvedere. Quem vai lá para apreciar aquela paisagem única num cenário de total aversão ao turismo. Quem vai querer apreciar torres de alta tensão com aqueles cabos grossos que transportam energia elétrica.

AUDIÊNCIA
O vereador Ivanir Mees pediu a realização de uma Audiência Pública para debater a construção da linha de transmissão justamente onde fica o maior acervo turístico e histórico de Ivoti. Bela atitude do vereador, que demonstra que se preocupa com as coisas que dizem respeito ao povo de Ivoti. Continuo não entendendo o total desprezo de um modo geral com relação a esta ameaça projetada para passar no lugar mais errado possível. Sinceramente, negamos o direito dos filhos e netos terem um lugar aprazível e aconchegante para desfrutar no futuro.

MAIS LONGE
Vou até mais longe. Não sei até que ponto a legislação atual abrange o Buraco do Diabo como um todo. E o teleférico, a tiroleza, o bondinho, tanta coisa que já se falou e que está cada vez mais próximo de sair do papel, como ficam. Podem fazer um cemitério nas imediações do Núcleo e enterrar tudo isso lá. Estas torres e a linha de transmissão acabam com qualquer projeto turístico.

VAZAMENTOS
Os vazamentos de água diminuíram na cidade. No entanto, um empresário que costuma caminhar pelas ruas do centro detectou vazamentos em vários locais. Ele telefonou para a Autarquia e ouviu como resposta que mandasse o endereço e fotos dos vazamentos. Trata-se de vazamentos que não são volumosos, mas são vazamentos. Um deles já arrumaram várias vezes mas não conseguem resolver o problema.

MODERNIZAÇÃO
Na verdade a Autarquia tem que modernizar a gestão. A burocracia tem que ser eliminada na medida do possível. Por exemplo, quando um consumidor tem a água cortada e tem que enfrentar um verdadeiro calvário. Primeiro precisa ir pessoalmente na Autarquia e, ainda por cima, exigem que seja a pessoa que consta na conta. Aí emitem um boleto para ser pago no banco. Em seguida a pessoa tem que retornar até a Autarquia, para só então ter a religação encaminhada. Porque não fazem que nem a RGE, por exemplo. Ela cobra uma taxa de religação, mas ela vem na conta do mês seguinte.

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