Amigos lamentam a perda de "Bito" (Crédito: reprodução)

Dois Irmãos– Está previsto para as 9h30 da manhã de segunda-feira o sepultamento de Everton Jovane Hoffmann, mais conhecido por “Bito”, de 26 anos, que participava de uma excursão em Torres, e sofreu um afogamento na Praia do Farol.
Ele foi tirado com vida do mar mas não resistiu e faleceu no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes.
Bito”, jogava na segunda Divisão de Futsal pela equipe Los Hermanos, e pertencia à torcida da Geral do Grêmio de Dois Irmãos.
O rapaz trabalhava na fábrica Calçados Kunzler durante o dia, e à noite fazia um serviço extra como garçom na Hamburgueria Dillenburg, situada em frente ao palco móvel, no centro. Os inúmeros amigos, que expressaram os sentimentos pela perda de “Bito” nas redes sociais.

O jovem jogava na equipe do Los Hermanos, pela 2ª Divisão. O capitão do Time, Nelson Alves da Silva, o “Néio”, comentou a morte do amigo. “Todos temos nossos erros, mas ele era um cara essencial. Hoje é um dia triste para quem conviveu com ele. Tu tá sempre no meu coração, vá com Deus Bito”, afirmou o capitão do time.

Longa espera

Bito, era filho de Irena e João Alcidio Hoffmann. A família tem outro filho, Wesley, de 17 anos. A família aguardou até as 14h30 de domingo a chegada do corpo do Hospital Nossa Senhora dos navegantes ao IML de Osório e depois para Dois Irmãos. A mãe do rapaz e uma tia acompanharam a busca do corpo do Litoral Norte a Dois Irmãos.

Último adeus

O velório acontece na Capela Mortuária da Funerária Dois Irmãos, na Av. Florestal 1.230. O sepultamento será no Cemitério Católico 2, na estrada para Campo Bom, nesta segunda-feira pela manhã, a partir das 9h30, quando os familiares darão seu último adeus a “Bito”.

“É inacreditável”

O pai de “Bito”, João Alcidio, disse que não conseguia acreditar sobre o que ocorreu com o filho, pois ainda na sexta-feira à tardinha conversou com ele na lancheria, popis não sabia da excursão.
“Eu acho que foi um convite de última hora feita por amigos”, comentou o pai. Conforme ele, agora é necessário erguer a cabeça. “Ele era um bom filho, trabalhador, e agora na vida continua”, disse o pai à Reportagem do Diário.