Vice-prefeito Gordinho falou com o Diário sobre processo que moveu contra vereador (Créditos: Ana Veiga)

Região – Uma administração conta com muitos integrantes. O principal, é claro, é o prefeito. Mas, há um personagem muito importante: o vice. Na história do Brasil, sabemos que esse cargo já não é mera decoração. Em 2020, poderemos ter vices que sejam candidatos ao cargo máximo.

Nenhum deles confirma nada, até porque são meras especulações. Mas, em Lindolfo Collor, o vice Gilmar de Quadro (Gordinho – PT) rompeu com o prefeito Wiliam Winck (PP) e é um potencial candidato.

Em São José do Hortêncio, Cândido Koch é secretário da Educação e pode ser a escolha do prefeito Egídio Grohmann (MDB) para o próximo pleito. Em Presidente Lucena, Luiz Spaniol (Lui – PDT)  não é do mesmo partido do prefeito e pela sua atuação, poderia ir muito bem como candidato a líder do Executivo. Em Linha Nova, Cristiano Nienov (PTB) pode ser uma opção, se atual prefeito, Henrique Petry (MDB), não quiser mais ir.

O natural

Há também o candidato a vice ‘natural’, como chamamos na política. São aqueles em que o prefeito já se reelegeu e não pode concorrer. Em Dois Irmãos, por exemplo, temos um caso assim. A prefeita Tânia da Silva já não pode ir mais. Em Nova Petrópolis, mesma coisa: prefeito Régis Hahn (Lelo – PP) já é reeleito.

O desistente

Em Ivoti, o vice não quer nem mais ser vice, nem vereador. Desde que anunciou que não iria mais concorrer em 2020, o vice-prefeito de Ivoti, Beto Schneider, está mais leve. Ele disse que não vai mais concorrer por questões pessoais.