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“Caminhada pela Justiça e Liberdade” liderada por Nikolas Ferreira alcança 100 km em direção a Brasília
A mobilização liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) alcançou a marca de 100 quilômetros percorridos na tarde desta quarta-feira (21), durante a caminhada simbólica rumo a Brasília (DF), intitulada “Caminhada pela Justiça e Liberdade”.
O ato teve início na segunda-feira (19), com saída de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, com um trajeto total de aproximadamente 240 quilômetros, a ser cumprido ao longo de seis dias. A chegada à capital federal está prevista para o próximo domingo (25).
Na terça-feira (20), o grupo percorreu um trecho de cerca de 38 quilômetros até o município de Cristalina, em Goiás. A caminhada teve início às 7h40 e contou com a participação de aproximadamente cem pessoas ao longo do percurso.
Entre os participantes estão diversos parlamentares e lideranças políticas, como André Ferreira (PL-CE), Carlos Bolsonaro (PL-RJ), Luciano Zucco (Republicanos-RS), Pablo Almeida (União Brasil-AM), Thiago Medina (PL-SP), Sargento Gonçalves (PL-RN), Rafael Satiê (PL-RJ), Fernando Holiday (PL-SP), Lucas Pavanato (PL-SP) e Carlos Jordy (PL-RJ).
O senador Magno Malta (PL-ES), que enfrenta dificuldades de locomoção, acompanha a manifestação utilizando uma cadeira de rodas.
Apesar do desgaste físico acumulado, Nikolas Ferreira afirmou que pretende cumprir integralmente o percurso diário até a chegada em Brasília. Segundo o parlamentar, a mobilização tem caráter pacífico e busca chamar atenção para o que classifica como excessos e arbitrariedades no cenário político e jurídico nacional.
Entre os temas citados pelo deputado estão a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, a situação dos detidos pelos atos de 8 de janeiro, além de críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em declaração divulgada durante a caminhada, Nikolas afirmou que a iniciativa “não é um gesto de vaidade”, mas uma forma de protesto contra o que considera “prisões injustas” e decisões que, segundo ele, ferem princípios democráticos.
