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Brasileira vai à Suíça para passar por suicídio assistido após diagnostico de doença degenerativa

17/04/2026 - 09h07min

Atualizada em 17/04/2026 - 09h11min

Imagem: reprodução /Redes Sociais

Célia Maria Cassiano, mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em Ciências Sociais, a professora construiu sua vida em torno da área acadêmica, entre aulas, orientação de alunos e gestão de cursos de Comunicação. Ao receber um diagnóstico de uma doença degenerativa, ela optou pelo suicídio assistido, na Suíça.

Aos 67 anos, Célia recebeu o diagnóstico de uma doença neurodegenerativa que afeta o segundo neurônio motor, uma condição que compromete progressivamente os movimentos e a fala, mas preserva a consciência. O corpo começa a falhar enquanto a percepção do que está acontecendo permanece intacta.

Nos últimos meses, a professora começou a perder autonomia e precisar de ajuda constante, o que a levou a optar pelo suicídio assistido. Após a morte, as autoridades locais são comunicadas e comparecem ao local para verificar documentação, confirmando que houve consentimento livre e atestar a legalidade do procedimento. O corpo é então encaminhado para perícia e, posteriormente, cremado.

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