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Carnaval de Estância Velha mantém tradição e reúne 5 mil foliões na Avenida Presidente Vargas    

22/02/2026 - 14h44min

Fotos: Robson Nunes (Decom/PMEV)

Por Luis Soares

Estância Velha- O 32º Carnaval de Estância Velha reuniu cerca de 5 mil pessoas na noite de sábado (21), transformando a Avenida Presidente Vargas em um grande palco de cores, música e celebração. Um dos únicos desfiles de rua da região, o evento reforçou o compromisso do município com a valorização da cultura popular.

 

 

Prefeito em exercício Airton Haag e a Corte do Carnaval

 

 

A festa teve início com a apresentação da nova corte do Carnaval: a rainha Isabella Klein, a princesa Maria Fernanda Rosas Rosas Marques e o Rei Momo Edson Lobão. A abertura oficial ocorreu com a tradicional entrega da chave da cidade ao Rei Momo, realizada pelo prefeito em exercício, Airton Haag, marcando simbolicamente o começo da folia.

Na sequência, o público acompanhou o desfile das comitivas, com a participação dos Reis do Festival de Kerb, do grupo de danças Deutsche Seele e da Bandinha Municipal, que animou a avenida com clássicas marchinhas de Carnaval.

As escolas de samba deram continuidade ao espetáculo. A Unidos da Ponte abriu os desfiles com o samba-enredo “Samba: DNA do Brasil”, destacando o gênero como símbolo da identidade cultural brasileira. Com fantasias vibrantes e evolução marcante, a escola empolgou o público, que acompanhou a apresentação cantando o refrão.

Em seguida, a Asas da Liberdade levou à avenida o enredo “Nas Asas do Sorriso, o Samba Voa com Liberdade”. Com alegorias criativas e bateria pulsante, a escola transformou o espaço em um espetáculo de emoção e energia, sendo aplaudida pelo público presente.

Entre os espectadores, famílias inteiras prestigiaram o desfile, reforçando o caráter comunitário da celebração. Moradores destacaram a organização e a segurança do evento, que se consolidou como ponto de encontro tradicional da cidade.

 

 

 

 

Mais do que uma festa, o Carnaval de Estância Velha reafirma sua importância como símbolo de resistência cultural e união comunitária. Em um cenário em que diversas cidades deixaram de promover desfiles de rua, o município mantém viva a tradição, celebrando a cultura popular e fortalecendo os laços entre os moradores.

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