Geral
Diário Rural: produtores de Hortêncio falam sobre a importância da sucessão familiar
Por
Cândido Nascimento
São José do Hortêncio – Os irmãos Rafael (41 anos) e Gabriel Koch (39), seguem a tradição dos antepassados de levantar bem cedo da manhã e trabalhar na roça. A sucessão familiar é uma preocupação constante, pois o tempo passa e é fundamental que os mais jovens deem continuidade aos serviços na propriedade rural.
ALFACE REPRESENTA 95% DAS VENDAS
Hoje, tendo a alface como carro-chefe das vendas, a família leva seus produtos três vezes por semana para a Ceasa de Porto Alegre. Também é feito o plantio de repolho, abobrinha, pepino e bergamotas. A alface representa 95% das vendas, e é plantada nas qualidades lisa, crespa, americana, mimosa roxa e mimosa verde.
Rafael, de 41 anos é casado com Natali e é pai de Beatriz, 14, e Roberto, 3. O pai deles, Maurício Koch, 73 anos, parou logo após a pandemia. A mãe, Doralice, ajuda quando é possível. A família ainda conta com o auxílio de ajudantes nos serviços da roça e na Ceasa. Segundo eles, os avós Roberto Koch e Theobaldo Boetcher já eram trabalhadores rurais.
Quem vai para a Ceasa atualmente é Gabriel. Ele vai às terças, quintas e sextas para levar os produtos para Porto Alegre. O produtor enfatiza que a partir de 2020 o pai optou por não mais se deslocar até a Ceasa. “Prefiro trabalhar aqui na roça do que na firma”, destaca.
SUCESSÃO FAMILIAR
“Eu lembro do tempo em que a minha mãe me levava para a Ceasa no seu colo”, lembra Rafael Koch. Ele já empurrou carrinho na central de alimentos da Capital, mas devido a problemas de coluna, prefere trabalhar na roça mesmo, serviço do qual não pretende sair.
Segundo o produtor, nos dias atuais a maioria dos jovens não quer mais trabalhar no meio rural. “os jovens não querem mais saber da roça, e não se acha mais gente para trabalhar no agronegócio familiar”.
De acordo com ele, a filha mais velha demonstra algum interesse, de vez em quando, mas é no futuro que ela vai tomar as próprias decisões quanto ao caminho que irá seguir.
Estrutura existe, pois, ao longo dos anos, foram adquiridos dois tratores para fazer o trabalho de lavração, outros serviços ligados ao setor e também um caminhão Mercedes Benz para o transporte das mercadorias. “A tecnologia ajuda bastante, senão faltaria alimentos”, conclui Gabriel.
Rafael, de 41 anos é casado com Natali e é pai de Beatriz, 14, e Roberto, 3. O pai deles, Maurício Koch, 73 anos, parou logo após a pandemia. A mãe, Doralice, ajuda quando é possível. A família ainda conta com o auxílio de ajudantes nos serviços da roça e na Ceasa. Segundo eles, os avós Roberto Koch e Theobaldo Boetcher já eram trabalhadores rurais.
Quem vai para a Ceasa atualmente é Gabriel. Ele vai às terças, quintas e sextas para levar os produtos para Porto Alegre. O produtor enfatiza que a partir de 2020 o pai optou por não mais se deslocar até a Ceasa. “Prefiro trabalhar aqui na roça do que na firma”, destaca.
Segundo o produtor, nos dias atuais a maioria dos jovens não quer mais trabalhar no meio rural. “os jovens não querem mais saber da roça, e não se acha mais gente para trabalhar no agronegócio familiar”.
De acordo com ele, a filha mais velha demonstra algum interesse, de vez em quando, mas é no futuro que ela vai tomar as próprias decisões quanto ao caminho que irá seguir.
Estrutura existe, pois, ao longo dos anos, foram adquiridos dois tratores para fazer o trabalho de lavração, outros serviços ligados ao setor e também um caminhão Mercedes Benz para o transporte das mercadorias. “A tecnologia ajuda bastante, senão faltaria alimentos”, conclui Gabriel.
Rafael destaca que a alface é o carro-chefe das vendas

