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Projeto Pomar Urbano leva educação ambiental e biodiversidade às escolas de Estância Velha

22/05/2026 - 09h58min

Estância Velha- A Prefeitura, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (SEMAPA), realiza o projeto “Pomar Urbano de Frutíferas Nativas – Sabores da Nossa Terra”, iniciativa que pretende transformar escolas municipais em espaços vivos de aprendizado, sustentabilidade e conexão com a natureza.

O projeto tem como objetivo implantar pomares escolares com espécies frutíferas nativas do Rio Grande do Sul, promovendo educação ambiental, alimentação saudável, conservação da biodiversidade e valorização do patrimônio natural regional. As escolas interessadas em participar devem preencher formulário no link https://bit.ly/pomarescolas. Durante essa semana, a SEMAPA esteve na EMEF Ervino Arthur Ritter para a realização do primeiro plantio do projeto. O plantio foi realizado pelos próprios alunos, com a supervisão técnica da SEMAPA, com a educadora ambiental Meriele Heinke.
Entre as espécies que poderão ser cultivadas estão pitanga, cereja-do-rio-grande, araçá, jabuticaba, cambucá, guabiroba, guabiju, araticum, goiaba-da-serra, ingás, uvaia, bacopari, sete-capotes e butiá, entre outras frutas típicas da região sul brasileira.

 

 

Laboratórios naturais

 

 

 

Conforme a SEMAPA, a proposta também busca incentivar o contato direto dos estudantes com a flora nativa da região, especialmente espécies pertencentes à formação vegetal da Floresta Estacional Semidecidual, presente em Estância Velha. A ideia é que os pomares funcionem como laboratórios naturais de aprendizagem, despertando nos alunos o cuidado ambiental e fortalecendo o vínculo com a biodiversidade local.

“Além do aspecto pedagógico, o plantio de árvores frutíferas nativas traz benefícios ambientais importantes para o município. As espécies contribuem para o aumento da cobertura vegetal urbana, geram sombreamento e ajudam na construção de uma cidade mais resiliente às mudanças climáticas”, destaca a bióloga da SEMAPA, Karine Oliveira. Os pomares também favorecem a atração de fauna, como aves e polinizadores, fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas.

A iniciativa reforça ainda a importância da preservação das espécies nativas e da segurança alimentar, aproximando a comunidade escolar dos sabores e riquezas naturais da região. Entre flores, frutos e cantos de pássaros, os futuros pomares prometem transformar os espaços escolares em pequenas florestas educativas espalhadas pela cidade.

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