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Vizinho de venezuelanos se pronuncia sobre ocorrência em Ivoti e vídeo passa de 400 comentários

07/01/2026 - 13h09min

Atualizada em 07/01/2026 - 13h19min

Mais de 400 comentários foram postados no vídeo em que o morador do bairro Morada do Sol, Paulo Linck, se manifesta sobre o ocorrido na noite de quinta-feira, 1º, quando ele sai de casa munido de um facão e interrompe a festa de um grupo de venezuelanos que estavam na rua durante a madrugada.

Paulo trabalha de madrugada e relata que precisa tomar remédio para conseguir dormir. Segundo ele, mesmo durante o dia os vizinhos colocam som alto e o cachorro, acorrentado no pátio, late muito. “Já chamei a brigada por diversas vezes. Ocorreu uma audiência na justiça e não aceitei conciliação, mas mesmo assim o processo foi extinto. Estou aguardando alguns retornos para saber se posso entrar com uma notificação junto a corregedoria para tratar desse caso. Por que cheguei as vias de fato? Porque não tem mais quem nos ajude. Estão todos contra”, desabafou.

A grande maioria das pessoas que se manifestou nos comentários parabeniza Paulo Linck por sua atitude, considerando que, se os órgãos competentes não resolvem, é preciso realmente fazer algo. A Brigada Militar alerta que esse não é o caminho e que é necessário acionar a guarnição através do 190 em casos assim.

Um morador de Ivoti há 25 anos, de nacionalidade espanhola, se manifestou de forma anônima pelas redes sociais do Diário. “É preciso manifestar o uso das ferramentas legais para resolver litígio e não que cada um tenha o direito de usar facão. Hoje podem ser os venezuelanos, amanhã, adolescentes que atrapalham o legítimo descanso. O poder público, brigada militar e justiça tem a obrigação de atuar contra os venezuelanos que agridem os direitos da população e bem estar animal e condenar que ninguém tem o direito de atuar no seu nome e menos ainda espalhar denúncia em rede social que foram omissos”, escreveu.

Cão

Os voluntários da causa animal conseguiram um lar temporário para o cão que está na casa dos venezuelanos. Segundo vizinhos, o cachorro está amarrado em uma corrente e passa dia e noite latindo. Os relatos dos voluntários da causa animal são de que ele está preso em função de problemas com vizinhos e late justamente por isso. “Nesta história toda quem padece novamente é o cão. É um cachorro novo, castrado e quer ser livre para brincar e correr. Além disso, ele está disponível para adoção”, afirmou uma voluntária que esteve no local.

Para que o cão, que será chamado de Joca no novo lar, seja acolhido, ele precisa passar por adestramento, pois na casa já existe um pastor alemão. A primeira aula de adestramento e a aproximação dos dois cães ocorreu pela primeira vez na manhã de quarta-feira, 7, mas o cão só poderá ir para o Lar Temporário após liberação do adestrador que acredita que serão necessárias cerca de 10 aulas. Assim, os voluntários pedem ajuda para pagar os custos dessas aulas, que são de R$100 a aula. Para ajudar, é só enviar o valor para o PIX: 62217739034.

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