FOTO: BRIGADA MILITAR

Porto Xavier – Um dos assaltantes de banco, que participou do ataque ao Banco do Brasil e seguia refugiado no mato após o crime, foi morto na manhã deste domingo ao trocar tiros com a Brigada Militar. Desta ocorrência, um policial militar foi morto na madrugada de quinta-feira, quando membros da quadrilha tentaram furar o cerco policial.

A informação é de que o criminoso estava com um fuzil calibre 5.56. A Brigada Militar confirma a troca de tiros com assaltantes que estavam na mata, mas ainda não fala em mortes.

Ontem, a Brigada Militar prendeu três integrantes da quadrilha após um deles ser capturado na praça central de Porto Lucena. Flávio Rogério de Oliveira, 53 anos, conseguiu sair da mata e foi, de ônibus, de uma cidade a outra. Em Porto Lucena, ele foi a um mercado comprar mantimentos e medicamentos, quando acabou levantando suspeitas e foi denunciado por moradores.

O assaltante já foi preso em Dois Irmãos, após roubo a uma joalheria. Flávio Rogério de Oliveira, 53 anos, era um dos três criminosos que assaltou uma joalheria na Av. São Miguel, no Centro de Dois Irmãos, em julho de 2014. Na fuga, a quadrilha foi cercada por mais de 30 homens da Brigada Militar e acabou presa na Colônia Japonesa, na divisa de Dois Irmãos com Ivoti.

Prisão pelo ataque a banco

A Brigada Militar confirmou a prisão de três assaltantes envolvidos no ataque ao Banco do Brasil. A prisão aconteceu no final da tarde deste sábado, no município vizinho de Porto Lucena.

Foto de Flávio Rogério Oliveira após a prisão de hoje

O primeiro criminoso, Flávio Rogério de Oliveira, 53 anos, foi capturado ao chegar no Centro de Porto Lucena e ir a um mercado comprar mantimentos e medicamentos. A polícia foi avisada pela população e o acusado preso na praça central. Oliveira é de Gravataí e estava na condição de foragido da Justiça. Esse criminoso confirmou aos policiais que havia conseguido furar o cerco e havia deixado a mata.

Na sequência, outros dois foram capturados no local que utilizaram como base para o ataque a banco. Eles não teriam participado do ataque ao banco, mas deram assistência logística aos demais.

Apesar das prisões, a Brigada Militar confirma que mantém o cerco em uma área de 26 hectares, para onde os bandidos fugiram após o ataque a banco, na última quarta-feira. Na madrugada de quinta-feira, quando tentaram sair da mata, dois bandidos atiraram contra policiais e acabaram atingindo fatalmente o soldado Fabiano Heck Lunkes, 34 anos.