A mansão considerada a mais cara do país começa a desaparecer do cenário de Jardim Pernambuco, no Leblon, nesta quinta-feira. Anunciada por 220 milhões de reais (45 milhões de dólares), a propriedade será demolida nos próximos três meses para abrir espaço a um complexo residencial de luxo, conforme antecipou o blog de Ancelmo Gois no GLOBO.
Parte da casa já foi desmontada e algumas peças, como as molduras das janelas, foram leiloadas. O terreno de 11.500 metros quadrados será utilizado para construir Estância Pernambuco, um minicondomínio com dez moradias. Cada lote tem preço a partir de 19 milhões de reais (3,8 milhões de dólares).
O novo projeto será desenvolvido pela Mozak e contará com residências feitas sob medida. Os projetos levam a assinatura do arquiteto Thiago Bernardes, responsável pelo Museu de Arte do Rio (MAR) e pelos projetos de expansão do Instituto Moreira Salles e do Instituto Burle Marx.
A ideia é transformar um dos terrenos mais exclusivos da cidade em uma urbanização residencial, com a atmosfera refinada que caracterizou a história da antiga propriedade. Construída no estilo inglês, a mansão de seis suítes foi erguida em 1986 pela família Amaral, antigos proprietários da rede de supermercados Disco.