Estamos nos aproximando da grande feira do município

Trata-se da Feira do Mel, Rosca e Nata de Ivoti, um belo invento que é ainda dos tempos em que havia aqui em Ivoti a Laticínios Ivoti, uma das mais tradicionais empresas, que acabou sendo vendida e posteriormente fechada. Muitos ivotienses contam até hoje que trabalharam nesta empresa e os caminhões que distribuíam leite parece que estou vendo ainda hoje circulando pela grande Porto Alegre fazendo a distribuição do leite. A Laticínios Ivoti é do tempo em que não havia caixinha de leite, muito menos saquinhos. Ela é do tempo em que o leite era comprado nos supermercados envasado em garrafas de vidro. Parece mentira mas é verdade. Naquela época tudo era vidro. Depois vieram os saquinhos de leite e porteriormente as caixas de papelão de hoje. A Feira do Mel data, portanto, quando da existência da Laticínios Ivoti e dos vários distribuidores de leite de outras marcas que surgiram na cidade transformando Ivoti na terra do leite e nata. Não tem mais a Laticínios Ivoti, mas tem ainda vários distribuidores espalhados pela cidade.

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Este ano haverá a 13a edição da Feira do Mel, Rosca e Nata. Ela sempre foi realizada no Núcleo de Casas de Enxaimel, aquele lugar aprazível e que traz muita paz para o espírito. É frequentada por famílias e lá não tem lugar para eventos de música. A Feira do Mel é uma feira de negócios. Vende-se mel, rosca e nata além de dezenas de outros produtos expostos pelos ivotienses. Ela geralmente lota as dependências e há muito tempo se pede que se aumente o espaço disponível. Isto está acontecendo mas muito devagarinho. É um investimento aqui, outro ali. Nem sei se a ponte pênsil de Arnaldo foi restaurada ou não. Se não foi seria de bom alvitre que fosse. A ideia foi boa. Só que feita em cima das coxas e sem um mínimo de planejamento. A Feira do Mel deste ano será realizada em dois fins de semana. Neste próximo e no outro. Vale a pena visitar a feira e se deliciar com rosca feita na hora e recém saída do forno. Um belo passeio sem dúvida.

SINALIZAÇÃO

Na tarde de ontem uma carreta com placa de Canoas cruzou pela Castro Alves e foi no sentido da subida para a Rua José de Alencar. A pessoa que me contou disse que estava atrás da carreta desde a Rua Olabo Bilac, nas imediações do antigo Bar do Beto, que fechou suas portas depois que se incomodou demais com a legislação de Ivoti. Quando a carreta passou pela rótula de tachões e virou a esquerda o motorista foi reto rumo ao bairro Palmares para não precisar ficar atrás do caminhão. Ele sabia do risco. Outros dois carros foram atrás porque estavam distraídos ou eram de fora e também não sabiam do risco. A carreta estava carregada com uma carga leve e conseguiu subir sem maiores dificuldades. E se não tivesse conseguido subir e corresse para trás. O que aconteceteria com os dois carros que estavam atrás. Só Deus sabe. Passaram-se algumas semanas desde que “atolou” a última carreta que se saiba pelo menos porque podem ter acontecido outros casos sem que o Diário ficasse sabendo, e nada de sinalização pelo menos. Este pessoal da Prefeitura está pedindo para levar chumbo. Estão brincando com fogo!