Mesmo sem pressão do MDB, vai haver mais demissões

O MDB foi moderado na sua reação, em relação aos últimos acontecimentos, envolvendo o partido coligado na administração, Cidadania. Não rompeu a coligação, sem antes dar a oportunidade de ação da Executiva Municipal e/ou Estadual do Cidadania, em expulsar o vice-prefeito Luciano. Não pressionou a prefeita para recorrer ao revanchismo político demitindo os cargos indicados pelo partido coligado. Demonstrou total confiança e apoio à prefeita, e se colocou inteiramente ao lado da prefeita para futuras ações.

MEIO AMBIENTE

Quem ficou feliz foram os apaixonados pela causa animal, já que o secretário Nina, do Meio Ambiente, pelo menos por enquanto, permanece no cargo. Os comentários de que ele pudesse sair, refletiram negativamente na comunidade, por estar realizando um bom trabalho, especialmente na causa animal.

CLIMA TENSO

Mesmo sem a pressão do seu partido, é certo que haverá novas demissões. O clima é tenso, nos corredores da Prefeitura. Ninguém sabe quais os critérios que serão utilizados para as novas exonerações. Sabe-se que várias reuniões entre prefeita e secretários estão acontecendo, para tratar de muitas ações de contenção de despesas, entre elas revisão de contratos e demissões. Vamos aguardar. Prefeita prometeu para esta semana, uma lista de providências de contingenciamento de despesas.

MOTIVAÇÃO

Nas palavras dos líderes do MDB, os últimos acontecimentos, se foram planejados para desestruturar o partido, tiveram efeito contrário. Tanto Executiva quanto Diretório estão ainda mais motivados, conforme afirmam os caciques do partido. “Estaremos firmes e fortes em 2020”, afirmam.

NOMES

Tá certo que com o recuo de Ivete Grade em concorrer à reeleição, o partido já procurava um nome para concorrer à Prefeitura. Apesar de tantas opções especuladas, nenhuma delas parece consenso. O partido pode inclusive apresentar uma surpresa. Vamos aguardar.

TRAIÇÃO

Um comentário interessante, chegou até a minha pessoa neste final de semana, sobre o posicionamento do MDB, em relação a atitude do vice-prefeito Luciano. A pessoa se disse surpresa em saber que o repúdio pela “traição” do vice, foi assinado pelo vereador Sérgio Werle. Pelo que relata, numa eleição para presidência do Legislativo, o próprio Sérgio Werle, ignorou a decisão do seu partido e votou com a oposição para eleger o vereador Django presidente, contrariando acordo prévio entre MDB e PSB, para eleger o vereador Saci.
Tenhamos todos uma semana abençoada.