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Coluna Estância Velha

Discurso de nova política não combina com práticas e vícios antigos

O suplente Carlito Borges(PCdoB), usou grande parte da palavra livre para demonstrar claramente, que está afinadíssimo com o PTB. Elogios ao projeto, e aos integrantes do partido, deixaram claro o seu destino, no mês de março.

DUDU

Na tribuna esta semana, o vereador João de Godoy (Dudu/MDB) avisou que é o seu último ano como vereador. Pediu aos colegas que o respeitem, porque não é candidato a nada na próxima eleição. A família Godoy tem a política na veia, e certamente Dudu terá grande influência nos próximos passos dos filhos. Vamos aguardar a decisão da prefeita Ivete, que poderia renunciar, para que o irmão Duduzinho concorra ao cargo, pelo MDB.

MAIS UM

Aliás, Dudu é o segundo vereador na ativa, que anuncia aposentadoria. Gringo/PT, também já avisou que não concorre a vereador em outubro. Gringo, porém, já está sendo cogitado como possível vice em alguma coligação, por outro partido claro, porque, tudo indica que ele sairá do PT, em março.

DINHEIRINHO

Cruzei esta semana com um conhecido das antigas. Entre um papo e outro, logo surgiu a política. Como ele sempre foi muito participativo, e já tentou se eleger vereador, perguntei se concorreria em outubro. “Olha, o dinheirinho é bom, mas é muita incomodação”. Fiquei sem resposta, e imediatamente, mudei o rumo da conversa.

NOVOS TEMPOS

Sem críticas, a prosa confirmou minha tese, de que antigamente a política se fazia assim. Era encarada como um emprego. Primeiro se pensava no salário, depois na “incomodação”. Saber das reais funções de um vereador era supérfluo. Não só para o candidato, mas também para o eleitor. Felizmente, estamos entrando em novos tempos.

INVESTIGAR

Hoje o eleitor precisa investigar a vida do seu candidato. O que ele já fez na vida. Como atua enquanto ser humano e pessoa pública. E principalmente, qual a sua experiência para administrar uma cidade de 50 mil habitantes. Não basta ter vontade, tem que ter competência.

NOVA POLÍTICA

E vamos parar com esta história de “nova política”. Concordamos que a política, como tudo na vida, precisa evoluir, agora dizer que a nova política é a boa política, é exagero. Tem gente da nova geração, que vem com discurso de nova política, mas demonstram ser praticantes da política ultrapassada, com os mesmos vícios ruins de sempre. Pior é que o eleitor ainda se engana com bons discursos.

Desejo um final de semana abençoado para todos nós